Quem faz acontecer?
Quem faz acontecer
CEO da GAPS e líder principal de cada projeto pessoalmente, Gustavo não dirige apenas de trás da mesa. Antes de propor solução, vai ver a operação de perto, objetivos, metas, ativos, equipe, tudo — entende onde dói, por que dói e como se resolve. É um método que exige estar onde o trabalho acontece, não no relatório sobre ele. O planejamento, a qualidade e a execução seguem o escopo acordado com o cliente.
Vinte e seis anos, seis setores, três países.
Começou na indústria automotiva, em 1999, entre Brasil e Itália, em uma operação de cerca de 300 colaboradores. Desenvolveu processos e produtos dentro das normas do setor e preparou a documentação de fábrica para a certificação do sistema da qualidade. Na Itália, atuou em qualidade e produção, no aperfeiçoamento de técnicas depois levadas à operação brasileira. Aprendeu cedo que processo mal desenhado aparece no chão de fábrica antes de aparecer na planilha. Passou pelo agronegócio, administrou a Indaia Agropecuária, operação de produtos florestais — madeira e carvão vegetal — com cerca de 25 colaboradores diretos e outros 30 indiretos, pelo transporte de passageiros e pela automação industrial, sempre entre a operação e a gestão. Em 2013 assumiu a direção administrativa e financeira de uma operação de transporte de passageiros com cerca de 600 colaboradores, onde respondeu também pela obra da nova sede — terraplenagem, drenagem, licenciamento, pavimentação e obra civil. Foi a primeira vez que conduziu um empreendimento do terreno à entrega.



Hatch — cinco anos em projetos de grande porte.
Na Hatch, líder mundial em engenharia de grandes projetos, empresa com cerca de 500 profissionais no Brasil e 10 mil no mundo, geriu contratos, compras e mobilização de obra em mineração, alumínio e energia. Após um rompimento de barragem em Minas Gerais, em 2015, participou do reconhecimento de campo e, na sequência, da negociação dos contratos de consultoria e da formação das primeiras equipes do programa de inspeção de barragens e de novos Planos de Ação de Emergência conduzido pela Hatch para uma grande mineradora. Depois assumiu a unidade de negócios de energia. Como responsável comercial no Brasil, atuou em análise de viabilidade e precificação de projetos em fase de estudo. Conduziu equipes técnicas multidisciplinares e times de diferentes países, em projetos de geração hidrelétrica, solar, eólica e térmica. Em 2018 foi reconhecido pela companhia por excelência nos serviços prestados a ela e a seus clientes.





Processo, controle e qualidade.
A disciplina que atravessa a carreira inteira: desenhar o processo, instalar o controle e medir o que importa. Curva ABC de suprimento e vendas no agronegócio. Controle de custos e gestão de contratos em projetos de engenharia de grande porte. Indicadores de desempenho, formação orçamentária e planejamento na direção de uma empresa de tecnologia. É a mesma disciplina que a GAPS instala hoje nos empreendimentos que administra — e que oferece, isolada, a empresas de qualquer setor.
Tecnologia e mercado externo.
Como diretor comercial estatutário de uma empresa de visão computacional e inteligência artificial com cerca de 30 colaboradores diretos e outros 30 indiretos, abriu mercado nos Estados Unidos e conduziu a operação comercial junto a clientes no exterior. Sob sua direção, a empresa foi reconhecida no ranking 100 Open Startups — troféu recebido das mãos do CEO do programa, em nome da companhia — e citada pela Exame entre as pequenas e médias que mais crescem no Brasil.




Hoje.
Hoje conduz a implantação de um loteamento em Nova Lima, Minas Gerais — empreendimento que mobiliza entre 300 e 400 pessoas nos picos de obra.
Cada empreendimento recebe a estrutura que precisa — dimensionada caso a caso, conduzida por quem responde por ela.